Hold that center

One of our biggest battles in life is to really hold that center (a lifetime battle!). Like many masters say, circumstances are always neutral. It's not about solving that problem or this problem, it's about understanding how to get closer to your center. For this you have to establish a connection that originates from the ability to draw the energy from the Universe to carry on. I see this center like a river flow, that runs in our inner Self. When we discover this grounded flow within us it gets more comfortable, even easier and lighter to move around life. However, most of the time we go about life always "of balance". This results most likely in "of balance" actions, thoughts, decisions, right? The crazy thing is that we keep doing this over and over, creating patterns, repeating ourselves and the outcomes and trying to play catch up as the situations unfold and overwhelm us, which feels both exhausting and hard to do. The whole point here is to learn, really learn, how to move from the center. Being centered has nothing to do with being passive. You are wide awake, conscious, paying attention and asking for help, it's dynamic. You are right in the middle of that flow of energy and from this perspective and practice, the situations change, people change, our emotions change. We feel supported somehow. Now, how to find your center? Well, for start we already know what is to be "of center", so you can actually recognize when you are feeling centered. This is already an important step. However, the practice that will present that place for you, is meditation. It's through meditation that you will meet this river flow, this space in the middle that you can move from feeling more supported, more calm. With the capacity to hear your intuition, to look inside of you.


Manter o nosso centro

Uma das nossas maiores batalhas na vida é realmente se manter centrado (é uma batalha de uma vida!). Como muitos mestres dizem, as circunstâncias são sempre neutras. Não se trata de resolver esse problema ou aquele problema, o que queremos é entender como se aproximar do seu centro, pois é ali que se forma uma conexão que origina a capacidade de extrair a energia do Universo para poder continuar. Eu vejo esse centro como um fluxo de um rio, que corre no nosso eu interior. Quando descobrimos esse fluxo centrado dentro de nós, fica mais confortável, talvez até mais fácil e leve de se locomover pela vida. Porém, na maioria das vezes vamos pela vida desequilibrados, e é muito provável que resulte em  ações e pensamentos desequilibrados e decisões confusas, certo? O curioso é que nós, mesmo sabendo disso, continuamos agindo dessa forma, criando padrões, nos repetindo e colhendo resultados repetidos para ficarmos correndo atrás das situações tentando equilibra-las, enquanto se desdobram e acabam nos dominando, é difícil e cansativo! A questão aqui é aprender, realmente aprender, como enfrentar a vida desde esse centro. Ser centrado não tem nada a ver com ser passivo. Você está super acordado, consciente, prestando atenção e pedindo ajuda, é um estado muito dinâmico. Você se coloca bem no meio desse fluxo de energia e, a partir desta perspectiva e prática, as situações mudam, as pessoas mudam, nossas emoções mudam. Nos sentimos, de alguma forma, apoiados. Então vem a pergunta, mas como faço para encontrar esse centro? Bem, para começar, já sabemos o que é não estar centrado (e sabemos muito bem), entendendo isso você pode realmente reconhecer quando se sente centrado. Isso já é um passo importante. No entanto, a prática que irá apresentar esse reconhecimento para você é a meditação. É através da meditação que você encontrará este fluxo do rio, esse espaço no meio que você pode se mover e se sentir mais apoiado, mais calmo, com a capacidade de escutar sua intuição e se olhar.

 

Mari Chin